segunda-feira, 31 de maio de 2010

Israel ataca barcos barcos de ayuda humanitarias

Ataque criminoso de Israel a pacifistas!

Leio na Agência de Notícias CARTA MAIOR que Israel atacou, durante esta madrugada, pacifistas que se dirigiam de navio para a faixa de Gaza, com um carregamento de remédios, água e alimentos, que se destinavam aos palestinos da Faixa de Gaza. O território está isolado por bloqueio de tropas do exército de Israel. Os pacifistas eram pessoas de alguns países, como
França e Inglaterra, mas a maioria de cidadãos turcos, interessados em prestar apoio humanitário aos palestinos da Faixa de Gaza. Quinze mortos e mais de cinquenta feridos, é o saldo do ataque. Israel se defende,dizendo que o grupo teria atacado seu território. Eles estavam em águas internacionais.
Não existe defesa para a política israelense. As imagens gravadas pelo grupo pacifista são estarrecedoras.
A União Européia pediu inquérito e palestinos querem uma reunião urgente na ONU para tratar desse ataque. Veja as imagens e mais informações no site da CARTA MAIOR
http://www.blogger.com/post-create.g?blogID=3501352112913021680

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Elis Regina e Milton Nascimento - Caxangá

Elis Regina

Tenho tanta saudade dela! Ela fez parte da minha vida desde a minha adolescência até a sua morte.Lembro o dia em que isso aconteceu, estava trabalhando. Foi um choque. Chorei muito, para espanto do meu chefe, que era ex-milico e odiava os comunistas, que enxergava em todos os lugares. Para ele, Elis era uma comunista, dizia isso com a boca cheia de saliva, como um cão raivoso. Como se fosse um crime e pecado acreditar na liberdade e na justiça social. Tempos bicudos. Agora ela é uma estrela, mas não pode gravar as músicas do Djavan. Tenho certeza que iria adorar. E teria também feito as pazes com o Chico, e com sua voz maravilhosa cantaria as canções que ele ainda não fez. Que saudades dela! (SONIA)

terça-feira, 4 de maio de 2010

Sol, anuncia agora e para sempre a tua sentença,
proclama e incendeia as cores ainda que as paredes sejam nuas.
São os sinais do tempo e do mofo em meu corpo espetado na vida,
corpo de pernas magras e amarelas, e outra luz havia ali em meu corpo.
O que faço com rimas que não chegam
e como enfrento os dias escorrendo lentos e mortais?
E se tenho poucas certezas, o que faço com tuas dúvidas?
Os sinais: são nuas as paredes, mas há cores e gritos,
mas quem ouve os gritos e entende os sinais e mergulha nas cores?
O que faço com meu corpo?
Quem, atento, pode estar presente? Quem vê as cores?
Animais rugem, invadem meus escritos e avançam.
Medo, pavor e certeza, o que pode ser exato?
Seria sempre assim, e será?
Liberto do vinho o álcool seguro e há o torpor azul de frutas vermelhas.
Haveria outro jeito ou outro dia de outra mulher?
Haveria outra?
Incertas as rotas inseguras estou aqui incerto e inteiro e pronto.
Sou exato, aos pedaços, mofo nos meus cabelos,
e outra luz é apenas chama com medo do vento.
Contadas as noites da minha vida,
só posso agora cuidar dos dias que ainda terei.
É assim. Será assim?

Madame Bovary

  A Velhice II      Quero falar das dores da velhice. Não aquela dor que vemos quando temos coragem de encarar o espelho e aquela mulher (ho...